Deixei a porta aberta e o café esfriar
Olhei pro relógio sem pressa de chegar
As sombras na parede desenham o que eu quis
Fragmentos de um tempo em que eu era aprendiz
A vida é um rascunho escrito à mão
No meio do silêncio, ouço o meu coração.
Não é o fim do mundo, é só o começo do trajeto
Vou trocar o medo por um plano mais concreto
O vento lá fora já começou a soprar
E eu não tenho medo de me reinventar.
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É pop, é rock, é a pulsação
De quem não entrega a alma na mão da solidão
Vou correr pro sol, sem olhar pra trás
O que ficou pra ontem já não me satisfaz
O mundo gira e a gente aprende a dançar
Nesse pop rock que nos faz acreditar!
As ruas da cidade guardam passos que eu dei
Alguns eu me orgulho, outros eu apaguei
Não busco perfeição em cada nota que sai
O que é verdadeiro nunca se distrai
A liberdade é um acorde que a gente toca
A verdade é o grito que explode na boca.
Se o caminho for longo, eu sigo o sinal
Transformo o ruído em algo visceral
Um pouco de distorção, um pouco de luz
É essa mistura que agora me conduz!
De quem não entrega a alma na mão da solidão
Vou correr pro sol, sem olhar pra trás
O que ficou pra ontem já não me satisfaz
O mundo gira e a gente aprende a dançar
Nesse pop rock que nos faz acreditar!
Acreditar..
Deixa o som levar...
O horizonte é o lugar.
AnnaLuciaGadelha
Dedico esta letra a Vitória Régia, cuja força é inesquecível”. Que cada verso carregue a energia da nossa amizade e o espírito do rock que nos inspira.
"Vou trocar o medo por algo mais concreto, eu não tenho medo de me reinventar". Belo poema que fala de um autodescobrimento com a trilha sonora do Pop Rock. Parabéns a ambas, poetisa e homenageada, amei!
ResponderExcluirGratidão dona Ana Lúcia Gadelha, que letra linda, você me descreveu tão bem que parece me conhecer a anos. É uma honra fazer parte dessa canção.
ResponderExcluirChère poétesse,
ResponderExcluirTon poème respire la liberté et la renaissance. On y sent un cœur qui hésite, puis se relève, transformant le doute en élan lumineux. Tes mots vibrent comme une promesse : celle d’oser se réinventer et d’avancer vers le soleil.
Avec toute mon admiration poétique
Veronique
Poema magnífico amiga Ana.
ResponderExcluirNunca devemos ter medo/ receio de nos reinventarmos. Pelo contrário. Essa capacidade deve estar sempre presente em nós.
Parabéns! Gostei bastante.
Beijinhos e boa semana!
Mário Margaride
Um texto que arrasta consigo uma grande vontade de viver.
ResponderExcluirAbraço de amizade.
Juvenal Nunes
E vamos nos reinventando, Ana.
ResponderExcluirQue belíssimo poema. Gostei da sonoridade, do ritmo, e sobretudo da mensagem, desafiando-nos a viver com intensidade.
Bjsss